São Paulo – E. E. Amadeu Amaral


Imagem: Google Street View

A E. E. Amadeu Amaral, em São Paulo-SP, começou a funcionar em 1907, com 16 a 20 salas e 2 pavimentos, em edifício de autoria de Hipolito Pujol.

CONDEPHAAT – Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico
Nome atribuído: E.E. Amadeu Amaral
Localização: Largo São José do Belém – Belém – São Paulo-SP
Número do Processo: 24929/1986
Resolução de Tombamento: Resolução SC 60, de 21/07/2010
Publicação do Diário Oficial: Poder Executivo, 11/11/2010, p. 112 a 114
Livro do Tombo Histórico: Nº inscr. 377, p. 103 a 110, 05/09/2011
Código da Secretaria Estadual de Educação: 00.23.101

Descrição: Começou a funcionar a 29 de abril de 1907 com 16 a 20 salas e 2 pavimentos autoria de Hipolito Pujol, sob a direção do professor Carlos de Escobar, com o mesmo programa e a mesma disciplina dos grupos escolares.
Exemplar de uma das tipologias de edificação escolar implantadas durante a Primeira República pelo Governo do Estado de São Paulo, como parte da política pública de amplos investimentos feitos para promover a educação básica da população, ministrada fundamentalmente nos Grupos Escolares, e a formação adequada de professores, nas Escolas Normais. As construções resultaram de projetos e obras realizadas pelo Departamento de Obras Públicas (DOP), estrutura ligada à Secretaria da Agricultura responsável por criar e manter a infra-estrutura paulista.
Fonte: Silvia Wolff.

CONPRESP – Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo
Nome atribuído: Escolas da Primeira República
Localização: Largo São José do Belém – Belém – São Paulo-SP
Resolução de Tombamento: Resolução 29/14

Descrição: O significado cultural, histórico e arquitetônico, aliados ao caráter inovador e modelar expresso pelo conjunto de edificações escolares públicas construídas pelo Governo do Estado de São Paulo entre 1890 e 1930;
A representatividade deste conjunto em relação às políticas públicas educacionais que, naquele momento, reconheceram como inerente ao papel do Estado prover as comunidades de ensino básico, dito primário, e de formar professores bem preparados para tal função;
A representatividade deste conjunto em relação às políticas de construção de obras públicas que se estruturaram racionalmente para, dentre outras construções, instalar maciçamente em edificações adequadas seu programa pedagógico por todo o interior e capital do Estado;
A qualidade arquitetônica desse conjunto caracterizado pela técnica construtiva simples, mas adequada;
Por uma linguagem que simplificou estilisticamente os atributos clássicos acadêmicos do século XIX e por uma organização espacial que, concebida primordialmente através de projetos arquitetônicos padronizados, limitou-se a distribuir salas de aulas ao longo de eixos de circulação em plantas simétricas que incorporaram os preceitos de higiene, insolação e ventilação preconizados pela ciência da construção civil daquele momento;
E pela relevância de cada edifício em sua relação com os municípios de diferentes configurações urbanas em que estão localizados.
Fonte: Processo de Tombamento.

CONJUNTO:
São Paulo – Escolas da Primeira República
São Paulo – Escolas construídas pelo Governo (1890-1930)

FOTOS:

MAIS INFORMAÇÕES:
Centro de Referência em Educação Mario Covas
Wikipedia


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