São Paulo – Coleção Nemirovsky

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Imagem: Iphan

IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
Nome atribuído: Coleção Nemirovsky
Cidade: São Paulo-SP
Localização: Pinacoteca do Estado de São Paulo – Av. Tiradentes, nº 141 e 173 e Praça da Luz – São Paulo-SP
Tombamento Homologado: 27/10/2017.
Descrição: O casal iniciou a coleção em 1958 e, ao longo das décadas de 1960 e 1970, realizou importantes aquisições, como as pinturas emblemáticas do modernismo brasileiro Antropofagia e Carnaval em Madureira, de Tarsila do Amaral; o quadro Mulheres na janela, de Di Cavalcanti; além de obras de Brecheret, Portinari, Pancetti, Volpi, Ligia Clark Tomie Ohtake e Wesley Duke Lee. São mais de 200 obras que abrangem também um núcleo de obras coloniais, com imagens de procedência europeia, outras provenientes do universo ibero-americano e imagens luso-brasileiras. O conjunto abriga peças de mobiliário e arte religiosa latino-americana e ibérica, bem como importantes desenhos e gravuras de mestres estrangeiros como Picasso, Chagall, Braque, Léger, Diego Rivera e outros. Com esse escopo, o acervo dialoga a arte moderna brasileira não apenas com o seu passado colonial, como também com os grandes mestres europeus e a arte popular, possibilitando múltiplas leituras.
O acervo pertencente à Fundação José e Paulina Nemirovsky prima pela concisão e assertividade. José era um verdadeiro aficionado pela arte e acabou passando sua paixão à esposa, Paulina. O empresário, que chegou a cursar Medicina no Rio de Janeiro, dedicou-se ao estudo da História da Arte e da pintura, tendo sido aluno do pintor catalão Juan Ponç. Ele também cultivava relações com críticos, colecionadores e marchands, visitava ateliês de artistas e vivia a arte em todas as suas horas de lazer. Essa imersão no universo artístico possibilitou que desenvolvesse uma capacidade de discernimento única, contribuindo para tornar sua coleção uma das mais importantes do modernismo brasileiro. O acervo se constituiu como uma síntese exemplar da arte moderna brasileira, bem como do modelo de colecionismo disseminado a partir dos anos 1960.
Fonte: Iphan.

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Pinacoteca

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