Bahia – Ofício das Baianas de Acarajé

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Imagem: Iphan

Quem são

IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
Nome Atribuído: Ofício das Baianas de Acarajé
Localização: Estado da Bahia
Abrangência: Local
Livro de Registro de Saberes: Inscr. nº 6, de 01/14/2005
Descrição: Este bem cultural de natureza imaterial, inscrito no Livro dos Saberes em 2005, consiste em uma prática tradicional de produção e venda, em tabuleiro, das chamadas comidas de baiana, feitas com azeite de dendê e ligadas ao culto dos orixás, amplamente disseminadas na cidade de Salvador, Bahia.
Fonte: Iphan.

IPAC-BA – Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia
Nome atribuído: Ofício das Baianas do Acarajé
Decreto Estadual
nº 14.191/2012
Livro do Registro Especial dos Saberes e Modos de Fazer: Inscr. nº 2
Descrição:
O Oficio da baiana é um saber tradicional enraizado no cotidiano contemporâneo. O comércio de rua, permitiu que mulheres escravas e libertas fossem além da prestação de serviços aos seus senhores, e estivessem também nos cantos da cidade comercializando para seu sustento e de suas famílias com os seus tabuleiros, tornando-se importantes para a constituição de laços comunitários, além de cumprimentos de suas obrigações religiosas nos terreiros de candomblé. O Oficio da baiana consiste na elaboração do acarajé como seu alimento principal. Feito de feijão fradinho e cebola, frito no formato de ‘bola’ no azeite de dendê é servido com pimenta, camarão, vatapá, salada e caruru.
Nas ruas de Salvador, de outras cidades do estado da Bahia e, mais raramente, em outras regiões do país, as baianas tradicionais com suas saias rodadas, os panos da costa, o torso na cabeça, a bata e os colares com as cores dos seus orixás pessoais, encontram-se sempre acompanhadas por seus tabuleiros que contém, não só o acarajé e seus possíveis complementos, como o vatapá e o camarão seco, mas também outras comidas como: abará, lelê, queijada, passarinha, bolo de estudante, cocada branca e preta. O acarajé é uma palavra composta, proveniente da língua africana iorubá – “akará” bola de fogo e “je” comer, ou seja, comer bola de fogo. Sua origem vem de uma lenda que narra a relação entre Xangô e sua esposa Iansã.
Fonte: Ipac-BA.

FOTOS:

VÍDEOS:

Fonte: Iphan/RJ.

Fonte: Iphan/RJ.

MAIS INFORMAÇÕES:
Dossiê – Iphan
Iphan

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